No cenário atual de cibersegurança, existe um mito perigoso: o de que o trabalho termina quando o antivírus emite o alerta de “Ameaça Bloqueada”. Na realidade, para as equipes de TI e SOC (Security Operations Center), o alerta é apenas o início da batalha.
O verdadeiro desafio não é apenas parar o ataque, mas remediar o ambiente.
A Remediação é o processo técnico de reverter os danos causados por um malware ou invasão, removendo não apenas o arquivo malicioso, mas todos os rastros (artefatos) deixados no sistema. Sem isso, a reinfecção é quase garantida.
O Abismo entre Detecção e Remediação
Muitas ferramentas de EDR (Endpoint Detection and Response) são excelentes em dizer o que aconteceu, mas falham na hora de limpar a bagunça.
Quando um malware entra, ele não cria apenas um arquivo .exe. Ele altera chaves de registro, cria tarefas agendadas, modifica configurações de navegador e injeta códigos em processos legítimos. Se você remover apenas o arquivo principal (o payload), os mecanismos de persistência permanecem lá, prontos para baixar o vírus novamente assim que você virar as costas.
É aqui que a abordagem da iNB se diferencia, integrando tecnologias de ponta para garantir a sanidade total do ambiente.
O Papel da Malwarebytes: Limpeza Cirúrgica de Artefatos
Para a camada de endpoint, a iNB utiliza a tecnologia da Malwarebytes, reconhecida mundialmente não apenas como antivírus, mas como a ferramenta definitiva de remediação.
Diferente de soluções comuns que apenas colocam o arquivo em quarentena, a Malwarebytes utiliza um Linking Engine (Motor de Vinculação) proprietário. Essa tecnologia:
- Rastreia a Cadeia de Ataque: Identifica e mapeia todos os componentes relacionados à ameaça — arquivos, processos, chaves de registro e serviços.
- Remove a Persistência: Elimina as “portas dos fundos” que o hacker deixou abertas para voltar.
- Rollback de Ransomware: Em casos de criptografia de dados, a tecnologia consegue reverter as alterações em arquivos afetados (em janelas de tempo específicas), recuperando dados sem a necessidade de pagar resgate ou restaurar backups demorados.
Isso significa que, em vez de passar horas formatando máquinas e reinstalando o Windows (reimaging) — o que gera um custo operacional altíssimo —, sua equipe pode higienizar o dispositivo infectado e devolvê-lo ao usuário em minutos.
O Papel da NETSCOUT: Validação via Rede
Enquanto a Malwarebytes limpa o dispositivo, como você garante que a comunicação com o atacante realmente cessou? É aqui que entra a Visibilidade de Rede da NETSCOUT.
Mesmo após a limpeza do endpoint, é vital monitorar o tráfego para confirmar o sucesso da remediação. Com soluções como o nGeniusONE e a tecnologia de inspeção profunda de pacotes, a iNB consegue:
- Identificar Comunicações C2: Detectar se algum dispositivo ainda está tentando se comunicar com servidores de Comando e Controle (C2) dos hackers.
- Monitorar Movimentação Lateral: Verificar se, antes de ser removido, o malware tentou pular para outros servidores ou dispositivos IoT que não possuem antivírus instalado.
Por que investir em Remediação Automatizada?
Manter uma estratégia baseada apenas em “reinstalar a máquina infectada” é insustentável financeiramente e tecnicamente.
- Redução de Custos Operacionais: O tempo que um técnico gasta formatando um PC é tempo que ele não dedica à estratégia de defesa.
- Continuidade de Negócios: O usuário final volta a trabalhar quase imediatamente, sem perder suas configurações e arquivos locais.
- Conformidade: Garantir que nenhum dado residual de um ataque permaneça na rede é essencial para auditorias e normas como a LGPD.
Conclusão
A remediação não é um “bônus”; é uma necessidade crítica de higiene digital. Ao combinar a capacidade de limpeza profunda da Malwarebytes com a visibilidade de tráfego da NETSCOUT, a iNB entrega uma estratégia de defesa que não apenas para o ataque, mas restaura a integridade da sua infraestrutura, permitindo que sua empresa opere com confiança real, e não apenas com uma falsa sensação de segurança.


